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Brasileirão Série A 2016

380 jogosCampeão: PalmeirasRebaixados: Internacional · Figueirense · Santa Cruz · America Mineiro
#TimeJVEDSGPtsForma
1 Palmeiras382486+3080VVVEV
2 Santos3822511+2471VDEVV
3 Flamengo3820117+1771EVEVE
4 Atletico-MG38171110+862DEEDE
5 Botafogo3817813+459VEDDE
6 Atletico Paranaense3817615+657EEVED
7 Corinthians38151013+655DEVED
8 Ponte Preta3815815-453VEVED
9 Gremio38141113-353DDVED
10 Sao Paulo38141014+852VVDEV
11 Chapecoense-sc38131312-752DVVVE
12 Cruzeiro3814915-151VDEVV
13 Fluminense38131114+050EDDED
14 Sport Recife3813817-647VEDDV
15 Coritiba38111314-146DDEVV
16 Vitoria3812917-245DVVDV
17 Internacional38111017-643EVDED
18 Figueirense3881317-2037DVDED
19 Santa Cruz388723-2431DVEDV
20 America Mineiro387724-3528DEDDD
Domingo, 11 de dezembro
21h0010/12
Arena Condá (Chapecó, Santa Catarina)
16h0011/12
Ilha do Retiro · Recife
16h0011/12
Estadio Giulite Coutinho · Rio de Janeiro
16h0011/12
Morumbi · Sao Paulo
16h0011/12
Urbano Caldeira · Santos
16h0011/12
Arena do Grêmio · Porto Alegre
16h0011/12
Arena da Baixada · Curitiba
16h0011/12
Estádio Mineirão · Belo Horizonte
16h0011/12
Estadio Manoel Barradas · Salvador
16h0011/12
Moisés Lucarelli · Campinas
ArtilhariaTop 20
#JogadorJTitMinChutes%PenRatAG
1
Diego Souza
Sport Recife · ATT · 31a
3434290986/3642%27.11614
2
William Pottker
Ponte Preta · ATT · 23a
3119190961/2541%36.76214
3
Grafite
Santa Cruz · ATT · 37a
3129239664/3453%46.77213
4
Frederico Chaves Guedes
Atletico-MG · ATT · 33a
2827218850/2550%06.99512
5
Gabriel Jesus
Palmeiras · ATT · 19a
2726231975/3648%07.17512
6
Marinho
Vitoria · ATT · 26a
27272267111/3431%17.05612
7
Robinho
Atletico-MG · ATT · 32a
3026213949/2245%47.07812
8
Sassá
Botafogo · ATT · 22a
2613130041/2561%46.9212
9
Ricardo de Oliveira
Santos · ATT · 36a
2020173753/2547%37.09311
10
J. Copete
Santos · ATT · 28a
2522201337/1746%06.89510
11
Bruno Rangel Domingues
Chapecoense-sc · ATT · 35a
3119187810
12
Keno
Santa Cruz · ATT · 27a
3432293272/2535%16.97710
13
Vitor Bueno
Santos · ATT · 22a
3332256373/3041%27.05310
14
P. Guerrero
Flamengo · ATT · 32a
2121180759/2136%07.1739
15
Kieza
Vitoria · ATT · 30a
3535313061/2744%06.9229
16
A. Chávez
Sao Paulo · ATT · 25a
2119170567/3349%07.0029
17
Pablo
Atletico Paranaense · ATT · 24a
3330262862/2337%06.959
18
Everton Kempes dos Santos Gonçalves
Chapecoense-sc · ATT · 34a
251915919
19
G. de Arrascaeta
Cruzeiro · MID · 22a
3130241475/2533%17.0799
20
Cícero
Fluminense · MID · 32a
3535314162/2744%17.1329
AssistênciasTop 20
#JogadorJTitMinGRatA
1
Gustavo Scarpa
Fluminense · MID · 22a
3434300087.2710
2
Dudu
Palmeiras · ATT · 24a
3330268867.2410
3
G. de Arrascaeta
Cruzeiro · MID · 22a
3130241497.079
4
Robinho
Atletico-MG · ATT · 32a
30262139127.078
5
Robinho
Cruzeiro · MID · 29a
2421178047.258
6
Diego Renan
Vitoria · DEF · 26a
3333290946.958
7
Keno
Santa Cruz · ATT · 27a
34322932106.977
8
Éverton
Flamengo · ATT · 28a
3026210936.997
9
Diego Souza
Sport Recife · ATT · 31a
34342909147.116
10
Marinho
Vitoria · ATT · 26a
27272267127.056
11
Camilo
Botafogo · MID · 30a
2828242466.906
12
Á. Romero
Corinthians · ATT · 24a
2723198056.716
13
Pará
Flamengo · DEF · 30a
2725227307.066
14
Frederico Chaves Guedes
Atletico-MG · ATT · 33a
28272188126.995
15
Gabriel Jesus
Palmeiras · ATT · 19a
27262319127.175
16
J. Copete
Santos · ATT · 28a
25222013106.895
17
Roger Rodrigues da Silva
Ponte Preta · ATT · 31a
2619162986.825
18
Douglas dos Santos
Gremio · MID · 34a
2928234546.965
19
Alan Patrick
Flamengo · MID · 25a
2818166346.945
20
Reinaldo
Ponte Preta · DEF · 27a
3232288026.805
Cartões amarelosTop 20
#JogadorJTitMinVMAM
1
Bruno Silva
Botafogo · MID · 30a
31312701014
2
João Vitor Lima Gomes
Ponte Preta · MID · 28a
32322783012
3
Léo Morais
Atletico Paranaense · DEF · 25a
30302541011
4
Airton Ribeiro Santos
Botafogo · MID · 26a
21211513011
5
Paulão
Internacional · DEF · 30a
31312690011
6
Gabriel Jesus
Palmeiras · ATT · 19a
27262319011
7
Victor Ramos
Vitoria · DEF · 27a
25252243010
8
Kanu
Vitoria · DEF · 32a
26252260010
9
Douglas Augusto
Fluminense · MID · 19a
3026219909
10
Fernando Paixão da Silva
Internacional · MID · 28a
1817143909
11
Edílson Mendes Guimarães
Gremio · DEF · 30a
2626228529
12
Kieza
Vitoria · ATT · 30a
3535313009
13
Cícero
Fluminense · MID · 32a
3535314109
14
Josimar
Chapecoense-sc · MID · 30a
2726221709
15
Thiago Santos
Palmeiras · MID · 27a
2515136309
16
Lucas Pierre Santos Oliveira
Fluminense · MID · 34a
1918138509
17
J. Carli
Botafogo · DEF · 30a
1616141109
18
João Paulo
Coritiba · MID · 31a
2929249608
19
Uillian Correia
Santa Cruz · MID · 27a
2727231908
20
Vander Luis
Vitoria · ATT · 26a
2610116808
Cartões vermelhosTop 20
#JogadorJTitMinAMVM
1
Edílson Mendes Guimarães
Gremio · DEF · 30a
2626228592
2
Clayson
Ponte Preta · MID · 21a
3232246382
3
L. Romero
Cruzeiro · MID · 22a
2421188082
4
Ramiro
Gremio · MID · 23a
2315126252
5
Wanderley de Jesus Sousa
Santa Cruz · MID · 30a
1816131281
6
Rafael Martiniano de Miranda
Figueirense · ATT · 33a
2929248471
7
F. Balbuena
Corinthians · DEF · 25a
2929253871
8
Gustavo Henrique
Santos · DEF · 23a
2424203271
9
Alex Raphael Meschini
Internacional · MID · 34a
2312109571
10
G. de Arrascaeta
Cruzeiro · MID · 22a
3130241461
11
Éverton
Flamengo · ATT · 28a
3026210961
12
Kléber Giacomace de Souza Freitas
Coritiba · ATT · 33a
2423205761
13
Diego Souza
Sport Recife · ATT · 31a
3434290951
14
Giovanni Augusto
Corinthians · MID · 27a
3227224851
15
William Pottker
Ponte Preta · ATT · 23a
3119190951
16
Frederico Chaves Guedes
Atletico-MG · ATT · 33a
2827218841
17
Fabinho
Internacional · MID · 30a
2423194741
18
Leandrinho
Botafogo · MID · 20a
18779041
19
Rithely
Sport Recife · MID · 25a
3333290631
20
Rodrigo Dourado
Internacional · MID · 22a
2322193631

O Brasileirão Série A de 2016 ficará para sempre marcado por dois momentos de naturezas radicalmente opostas: a conquista dominante do Palmeiras, que ergueu seu nono título nacional e assumiu a condição de maior campeão brasileiro da história, e a tragédia que abateu a Chapecoense às vésperas da última rodada, transformando em luto o que seria um encerramento de temporada. Em campo, os números contaram a história de uma competição de alto nível técnico, com 912 gols anotados em 380 partidas — média de 2,4 tentos por jogo — e uma tabela que revelou tanto supremacia absoluta no topo quanto colapso dramático na zona de rebaixamento.

O domínio alviverde: como o Palmeiras conquistou o título

Com 80 pontos somados em 38 rodadas, o Palmeiras encerrou a temporada com uma folga expressiva sobre os demais concorrentes. A campanha foi construída sobre três pilares estatísticos que se complementaram: o melhor ataque (62 gols marcados), a melhor defesa (apenas 32 sofridos) e um saldo de gols de +30, o mais elevado da competição. A combinação tornou o alviverde virtualmente imbatível ao longo do calendário: foram 24 vitórias, 8 empates e apenas 6 derrotas — aproveitamento de 70,2% dos pontos disputados.

O título foi selado com uma rodada de antecedência, quando o Palmeiras superou a Chapecoense por 1 a 0 no Allianz Parque (Wikipédia). A partida ganhou uma dimensão histórica e trágica que transcende o esporte: foi o último jogo da Chapecoense antes do acidente aéreo que levou o clube a Medellín e ceifou 71 vidas, levando a CBF a decretar luto e adiar a rodada final da competição (Wikipédia). O técnico Cuca foi eleito o melhor treinador da edição, e Gabriel Jesus recebeu o prêmio de melhor jogador do torneio (Wikipédia).

Gabriel Jesus, artilheiro do campeão com 12 gols e 5 assistências em apenas 27 jogos, dividiu o protagonismo ofensivo palmeirense com Dudu, que acumulou 6 gols e 10 assistências em 33 partidas — uma das melhores campanhas individuais de criação da temporada. A conquista elevou o Palmeiras a 9 títulos nacionais, superando o Santos e tornando-se o maior campeão brasileiro até aquele momento (Wikipédia).

A briga pelo G4 e classificações à Libertadores

Santos e Flamengo terminaram empatados em pontos (71 cada), mas separados pelo critério de vitórias: o Santos, vice-campeão, somou 22 triunfos contra 20 do Flamengo, garantindo assim a segunda posição. A diferença para o campeão, porém, foi de 9 pontos — distância que ilustra bem o grau de controle palmeirense sobre a competição.

Ainda assim, Santos e Flamengo entregaram campanhas robustas. O Peixe marcou 59 gols e sofreu 35, com saldo de +24; o Rubro-Negro produziu 52 tentos e cedeu os mesmos 35, mas com saldo menor (+17), graças a uma campanha mais regular em empates (11, contra apenas 5 do Santos). O quarto lugar coube ao Atlético-MG, com 62 pontos e o segundo maior volume ofensivo da competição: 61 gols marcados, apenas um a menos que o Palmeiras. O Galo, no entanto, pagou caro defensivamente, cedendo 53 gols e encerrando com saldo de apenas +8.

O quinto colocado, Botafogo, com 59 pontos, ficou a apenas 3 pontos do G4. O Athletico Paranaense terminou em sexto com 57 pontos — números que reforçam o equilíbrio da parte de cima da tabela, onde Botafogo, Athletico, Corinthians (55 pontos, 7.º) e Ponte Preta (53 pontos, 8.º) ficaram separados por apenas seis pontos.

Na parte intermediária, a tabela revelou um pelotão compacto: da nona à décima sexta posição, Grêmio, São Paulo, Chapecoense, Cruzeiro, Fluminense, Sport Recife, Coritiba e Vitória ficaram compreendidos entre 53 e 45 pontos — apenas 8 pontos separando o nono do décimo sexto lugar, sinal de competição equilibrada no miolo da classificação.

A zona de rebaixamento: histórico e dramático

O quarteto rebaixado em 2016 reuniu perfis muito distintos, mas todos sofreram com campanhas ofensivamente ou defensivamente deficitárias.

  • América Mineiro (20.º, 28 pontos): A pior campanha geral da edição. Apenas 7 vitórias, 7 empates e 24 derrotas. Com 23 gols marcados — menos da metade da média dos times classificados — e 58 sofridos, o saldo de -35 foi o mais negativo do campeonato. O rebaixamento foi confirmado após derrota para o Flamengo por 1 a 0 no Mineirão (Wikipédia).
  • Santa Cruz (19.º, 31 pontos): Apesar de ter marcado 45 gols (volume razoável), a defesa cedeu 69 — a mais vazada da temporada. Foram 23 derrotas, e o clube pernambucano foi o primeiro a ter a queda matematicamente decretada, após derrota para o Coritiba por 1 a 0 (Wikipédia).
  • Figueirense (18.º, 37 pontos): A campanha catarinense combinou ataque apagado (30 gols, o segundo menor da competição) e defesa porosa (50 sofridos), resultando em saldo de -20. O rebaixamento veio após goleada sofrida diante do Vitória por 4 a 0 no Barradão (Wikipédia).
  • Internacional (17.º, 43 pontos): O caso mais dramático e historicamente inédito. O Colorado encerrou com 43 pontos — o mesmo número que outros times que se salvaram confortavelmente — mas não foi suficiente. Com 11 vitórias, 10 empates e 17 derrotas, o Internacional sofreu sua primeira queda na história da Série A ao empatar com o Fluminense por 1 a 1 na última rodada (Wikipédia). A margem entre a salvação e o rebaixamento foi escassa: apenas 2 pontos separaram o Internacional do Figueirense, décimo oitavo colocado.

A maior goleada registrada na edição foi São Paulo 5 a 0 sobre o Santa Cruz, disputada no Estádio do Pacaembu em 11 de dezembro (Wikipédia).

Artilharia e destaques individuais

A artilharia da temporada foi compartilhada, com três jogadores atingindo 14 gols (Wikipédia): Diego Souza (Sport Recife), William Pottker (Ponte Preta) e Fred — sendo os dois primeiros confirmados pelo conjunto de dados estatísticos disponíveis.

  • Diego Souza (Sport Recife, 14 gols em 34 jogos): Além dos gols, o camisa 10 do Sport contribuiu com 6 assistências — a maior soma entre os artilheiros. Presença influente mesmo em equipe que terminou em 14.º lugar, com apenas 47 pontos.
  • William Pottker (Ponte Preta, 14 gols em 31 jogos): Eficiência notável por ter atingido o topo da artilharia em menos partidas que Diego Souza, ainda que com menor contribuição nas assistências (2 no total).
  • Grafite (Santa Cruz, 13 gols em 31 jogos): O veterano atacante foi o destaque do time rebaixado, contribuindo com um terço dos gols do clube. Seus 13 tentos representaram mais do que a metade dos 23 marcados pelo América Mineiro na temporada inteira — comparação que evidencia o colapso do lanterna.
  • Frederico Chaves Guedes — Fred (Atlético-MG, 12 gols em 28 jogos): Somou ainda 5 assistências, sendo peça central no ataque atleticano, o segundo mais prolífico da edição.
  • Gabriel Jesus (Palmeiras, 12 gols em 27 jogos): Eleito o melhor jogador da temporada (Wikipédia), impressionou pela eficiência: 12 gols e 5 assistências em apenas 27 partidas, índice de participação direta em gols superior ao de todos os seus pares na lista dos cinco mais.

Assistências: a construção do jogo

Entre os criadores, dois jogadores se destacaram com 10 assistências cada: Gustavo Scarpa (Fluminense) e Dudu (Palmeiras). Scarpa ainda adicionou 8 gols à conta, totalizando 18 participações diretas em gols em 34 partidas — uma das campanhas individuais mais completas da edição. Dudu fez 6 gols e 10 assistências em 33 jogos, consolidando-se como o principal criador do time campeão.

G. de Arrascaeta (Cruzeiro) registrou 9 assistências e 9 gols em 31 jogos — contribuição de alto nível para um time que terminou apenas em 12.º lugar com 51 pontos. Robinho aparece duas vezes nos dados, com números distintos: pelo Atlético-MG, 12 gols e 8 assistências em 30 jogos; pelo Cruzeiro, 4 gols e 8 assistências em 24 partidas.

Cartões: os nomes mais advertidos

No quesito disciplinar, Bruno Silva (Botafogo) liderou os cartões amarelos com 14 advertências em 31 partidas — média superior a um amarelo a cada dois jogos e meio. João Vitor Lima Gomes (Ponte Preta) somou 12 amarelos em 32 partidas. Léo Morais (Athletico Paranaense), Airton Ribeiro Santos (Botafogo) e Paulão (Internacional) encerraram com 11 cartões amarelos cada.

Nos vermelhos, Edílson Mendes Guimarães (Grêmio) e Clayson (Ponte Preta) foram os mais expulsos, com 2 cartões vermelhos cada ao longo do campeonato, acompanhados por L. Romero (Cruzeiro) e Ramiro (Grêmio) com o mesmo total.

Números e curiosidades da temporada

  • A temporada reuniu 912 gols em 380 jogos, com média de 2,4 por partida — indicador de produtividade ofensiva acima do esperado para uma competição de 20 times.
  • O Palmeiras foi, ao mesmo tempo, o maior ataque (62 gols) e a melhor defesa (32 sofridos) — façanha raramente repetida em competições longas como a Série A.
  • A diferença de 37 pontos entre o campeão (80) e o lanterna (América Mineiro, 28) ilustra o abismo técnico entre o topo e a base da tabela em 2016.
  • Santos e Flamengo, empatados em 71 pontos, precisaram ser separados pelo número de vitórias (22 a 20), indicando campanhas muito similares ao longo do ano.
  • O Internacional foi rebaixado pela primeira vez na história da Série A, com 43 pontos — uma pontuação que, em outras edições, poderia garantir a permanência com relativa tranquilidade (Wikipédia).
  • A Chapecoense encerrou sua participação no campeonato em 11.º lugar, com 52 pontos e 13 vitórias em 38 jogos — um desempenho sólido que foi tragicamente ofuscado pela catástrofe que se seguiu (Wikipédia).
  • A última rodada foi adiada por determinação da CBF em razão do luto pela tragédia com a delegação da Chapecoense (Wikipédia).
  • O campeonato não teve interrupção para a Copa América Centenário, os Jogos Olímpicos ou os Jogos Paralímpicos de 2016, todos realizados no mesmo ano (Wikipédia).

A Série A de 2016 foi, portanto, uma temporada de contrastes definitivos: a excelência estatística e histórica do Palmeiras de Cuca no topo, o drama inédito do Inter na borda do abismo e a sombra indelével da tragédia que marcou o encerramento da competição. Os números permanecem como registro fiel de uma edição que o futebol brasileiro não esquecerá.

18+. Dados estatísticos com fins informativos. Jogue com responsabilidade. Em caso de dependência ligue 188 (CVV).
Última atualização: sex 12/jun 13:05 BRTDados estatísticos com fins informativos. Conteúdo destinado a maiores de 18 anos. SPA/MF