18+ Aposte com responsabilidade. Em caso de dependência, ligue 188 (CVV) · Jogadores Anônimos
HomeModelo FaroPalpitesNotíciasBlog
Brasil — Clubes
Brasileirão Série ABrasileirão Série BBrasileirão Série CBrasileirão Série D
Brasil — Copas
Copa do Brasil
CONMEBOL
CONMEBOL LibertadoresCONMEBOL Sudamericana
UEFA — Clubes
UEFA Champions LeagueUEFA Europa LeagueUEFA Conference League
Europa — Ligas
Premier LeagueLaLigaSerie A (Itália)BundesligaLigue 1
Américas
Primera División (Argentina)
Seleções
Copa do Mundo FIFAEurocopaCopa AméricaEliminatórias CONMEBOLEliminatórias UEFA
Brazil · arquivo

Brasileirão Série B 2015

380 jogosCampeão: BotafogoRebaixados: Macaé · ABC · BOA · Mogi Mirim
#TimeJVEDSGPtsForma
1 Botafogo382198+3072EVDVD
2 Santa Cruz3820711+2067VVVVV
3 Vitoria3819910+1866DVVDV
4 America Mineiro3819811+1665EEDVV
5 Nautico Recife3818911+763VVEEV
6 RB Bragantino3819316+060DVVDV
7 Paysandu3817912+960EVVED
8 Sampaio Correa38151310+858EDDVE
9 Bahia38151310+758VDDED
10 Luverdense3815914+654VDDDV
11 CRB3815914+254DVEVV
12 Criciuma38121313-549VDEVV
13 Parana38121115-447EDVDD
14 Atletico Goianiense38111314-1046DVDDD
15 Ceara3812917-845VEDVV
16 Oeste38101414-844EDEDE
17 Macaé38101315-843DEVED
18 ABC3861418-2332DDVED
19 BOA3871021-2031VEVDD
20 Mogi Mirim3841123-3723DDDED
Terça, 24 de novembro
19h3024/11
Estádio Municipal Prefeito Dilzon Luiz de Melo · Varginha, Minas Gerais
Sexta, 27 de novembro
19h3027/11
Estádio Heriberto Hülse · Criciúma, Santa Catarina
20h3027/11
Estádio Municipal Passo Das Emas · Lucas do Rio Verde, Mato Grosso
Sábado, 28 de novembro
16h3028/11
Arena Fonte Nova · Salvador, Bahia
16h3028/11
Estádio Nilton Santos · Rio de Janeiro
16h3028/11
Estádio Nabi Abi Chedid · Bragança Paulista, São Paulo
16h3028/11
Estádio Governador João Castelo Ribeiro Gonçalves · São Luís, Maranhão
16h3028/11
Estádio Jóse do Rego Maciel · Recife, Pernambuco
16h3028/11
Estádio Governador Plácido Aderaldo Castelo · Fortaleza, Ceará
16h3028/11
Estádio Municipal Prefeito José Liberatti · Osasco, São Paulo
ArtilhariaTop 20
#JogadorJTitMinChutes%PenRatAG
1
José Carlos Ferreira Filho
CRB · ATT · 32a
2424194119
2
Marcelo Toscano
America Mineiro · ATT · 30a
3534304714
3
Kieza
Bahia · ATT · 29a
2424197214
4
Welliton De Moraes Coimbra
Luverdense · ATT · 31a
2221180613
5
Alan Mineiro
RB Bragantino · MID · 28a
3533281812
6
Pipico
Macaé · ATT · 30a
3531283412
7
Arthur Caíke
Atletico Goianiense · ATT · 23a
3535308712
8
Jocenando Rocha Rodrigues
RB Bragantino · ATT · 30a
2921195011
9
D. Escudero
Vitoria · MID · 28a
2727224511
10
Diego Rosa
Luverdense · MID · 26a
3533294710
11
Elton
Vitoria · ATT · 30a
3230254210
12
Nadson
Sampaio Correa · MID · 26a
3129247510
13
Anselmo
Macaé · ATT · 35a
373329139
14
Yago Pikachu
Paysandu · MID · 23a
353530959
15
Leandro Cearense
Paysandu · ATT · 30a
272318999
16
Rafael Costa
Ceara · ATT · 28a
262521739
17
Richarlison
America Mineiro · ATT · 18a
242118429
18
Bruno General
Santa Cruz · ATT · 26a
1566619
19
Á. Navarro
Botafogo · ATT · 30a
151411789
20
Anderson Soares da Silva
Oeste · ATT · 28a
343428988
Assistências
Sem dados.
Cartões amarelosTop 20
#JogadorJTitMinVMAM
1
Rhayner
Vitoria · MID · 25a
31272298013
2
Gastón Filgueira Méndez
Nautico Recife · DEF · 29a
32322804012
3
Waguininho
Oeste · ATT · 25a
33332937112
4
Ricardo Capanema
Paysandu · MID · 30a
20191598011
5
Fábio Sanches
Mogi Mirim · DEF · 24a
28282500111
6
Diogo Mateus
Vitoria · DEF · 22a
29292524011
7
Serginho
Mogi Mirim · MID · 31a
24171768011
8
Leandro Fahel Matos
Paysandu · MID · 34a
32312717010
9
Mauricio Azevedo Alves
Vitoria · MID · 27a
30262337010
10
Pipico
Macaé · ATT · 30a
35312834010
11
Arthur Caíke
Atletico Goianiense · ATT · 23a
35353087010
12
João Paulo
Santa Cruz · MID · 24a
34342981010
13
Rafael Costa
Parana · MID · 24a
33302573010
14
Danny Bittencourt Morais
Santa Cruz · DEF · 30a
33322865010
15
Magal
Mogi Mirim · MID · 35a
31312790010
16
Sandro
Ceara · DEF · 27a
28272438010
17
Jean Irmer
Parana · MID · 21a
27221840010
18
Suéliton
ABC · DEF · 24a
26262280010
19
José Carlos Ferreira Filho
CRB · ATT · 32a
24241941010
20
Leandro Domingos de Melo
Oeste · MID · 29a
18161379010
Cartões vermelhosTop 20
#JogadorJTitMinAMVM
1
Alemão
RB Bragantino · DEF · 25a
2625218782
2
Souza
Bahia · MID · 27a
2719179981
3
Waguininho
Oeste · ATT · 25a
33332937121
4
Gabriel de Paulo Limeira
CRB · DEF · 32a
2929256261
5
Ronaldo Mendes
ABC · MID · 23a
2321165051
6
Grafite
Santa Cruz · ATT · 36a
1515119441
7
Willian Arão
Botafogo · MID · 23a
3535308331
8
Fábio Sanches
Mogi Mirim · DEF · 24a
28282500111
9
Guilherme Mattis
Vitoria · DEF · 25a
2322199881
10
Yago Pikachu
Paysandu · MID · 23a
3535309571
11
Ramon Menezes
Vitoria · DEF · 20a
3131273771
12
D. Escudero
Vitoria · MID · 28a
2727224571
13
Glaydson de Almeida Simoes
CRB · MID · 32a
2621198771
14
Plínio Marcos da Silva
Sampaio Correa · DEF · 31a
2221196171
15
Alessandro Faioli Amantino
America Mineiro · MID · 35a
2121176771
16
Róbson
Bahia · DEF · 21a
2727241461
17
Edson Ramos da Silva
Mogi Mirim · DEF · 29a
1818159861
18
Ronaldo Alves
Nautico Recife · DEF · 26a
3232285351
19
Alison Wagner Lira Ferreira
America Mineiro · DEF · 32a
2825218851
20
Ricardinho
Ceara · MID · 30a
2828243741

O Brasileirão Série B de 2015 entrou para a história como uma das edições mais equilibradas e dramáticas da segunda divisão nacional. Em 38 rodadas, 20 clubes disputaram 380 partidas, que produziram 925 gols — uma média de 2,43 por jogo —, e entregaram ao torcedor uma briga pelo acesso que só se definiu nas rodadas finais, além de um título merecido para um clube que havia caído na temporada anterior.

Visão geral da temporada

Com 20 participantes e sistema de pontos corridos, a edição de 2015 revelou alto grau de competitividade desde o início. A diferença entre o quarto colocado, América Mineiro (65 pontos), e o quinto, Náutico (63 pontos), foi de apenas dois pontos, o que ilustra como o G4 foi contestado até o fim. No extremo oposto, a zona de rebaixamento acumulou situações de fragilidade técnica marcante: a lanterna Mogi Mirim somou apenas 23 pontos, aproveitamento de 20,2%, enquanto o 17º colocado, Macaé — o último a ser rebaixado —, atingiu 43 pontos, sinalizando que a luta contra o descenso também se estendeu além do esperado.

A temporada produziu 925 gols em 380 partidas, média de 2,43 tentos por jogo, número que atesta uma Série B ofensiva e aberta. O melhor ataque foi o do Santa Cruz, com 63 gols marcados, enquanto a melhor defesa ficou com o campeão Botafogo, que sofreu apenas 30 gols em 38 rodadas — exatamente metade do que o vice-campeão pernambucano cedeu.

O campeão: Botafogo e a volta por cima

Rebaixado em 2014 para a Série B, o Botafogo respondeu com uma das campanhas mais sólidas da divisão naquele ano (Wikipédia). O clube carioca encerrou a competição com 72 pontos, 21 vitórias, nove empates e apenas oito derrotas em 38 jogos — aproveitamento de 63,2%. Mais do que os pontos, o que diferenciou o Botafogo foi o equilíbrio entre ataque e defesa: 60 gols marcados e somente 30 sofridos, resultando em saldo positivo de 30 — o melhor da competição.

A melhor defesa da Série B foi peça central na construção do título. Enquanto os concorrentes diretos oscilaram defensivamente — Santa Cruz cedeu 43 gols, Vitória 40 e América Mineiro 39 —, o Botafogo construiu uma muralha que lhe deu consistência ao longo de toda a temporada. A equipe garantiu matematicamente o acesso à Série A três rodadas antes do encerramento, ao vencer o Luverdense por 1–0 no Passo das Emas (Wikipédia). O título veio na penúltima rodada, com vitória por 2–1 sobre o ABC, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília (Wikipédia), coroando o projeto de reestruturação do clube com o caneco da segunda divisão.

Entre os recordes atribuídos ao campeão, destaca-se uma goleada por 5–0 sobre o Sampaio Corrêa, aplicada na 10ª rodada, em 3 de julho (Wikipédia), que deixou claro que o Botafogo havia chegado à Série B para protagonizar.

A briga pelo G4: quatro vagas, cinco candidatos fortes

Se o título foi resolvido com alguma antecedência, o restante do G4 fez a competição ferver até as rodadas finais. Santa Cruz, Vitória e América Mineiro garantiram o acesso na 37ª rodada (Wikipédia), numa definição coletiva que resumiu o equilíbrio entre as equipes do bloco.

  • Santa Cruz (2º, 67 pts): Vice-campeão, o clube pernambucano foi o time mais goleador da competição, com 63 gols marcados. Com 20 vitórias, apresentou poder ofensivo notável, mas a defesa vazada — 43 gols sofridos — e o número de derrotas (11) impediram a conquista do título. O saldo de 20 foi o segundo melhor, bem abaixo dos 30 do Botafogo.
  • Vitória (3º, 66 pts): A um ponto do vice e dois do título, o clube baiano terminou com 19 vitórias, nove empates e dez derrotas. Com 58 gols marcados e 40 sofridos, o Vitória foi consistente — e poderia ter terminado ainda melhor não fosse a margem estreita que separou os três clubes do meio do G4.
  • América Mineiro (4º, 65 pts): Fechou o bloco dos promovidos com 65 pontos, também com 19 vitórias. O menor número de empates (8) e saldo de 16 o deixaram em quarto, diferença de apenas um ponto para o terceiro e sete para o líder. A campanha, ainda assim, foi suficiente para o retorno à elite.

O Náutico Recife (5º, 63 pts) ficou de fora por apenas dois pontos em relação ao América Mineiro. Com 18 vitórias e saldo positivo de 7, o clube pernambucano teve uma campanha respeitável, mas insuficiente num grupo que exigiu mais de 65 pontos para garantir acesso.

A zona de rebaixamento: da sentença precoce ao drama da última rodada

Quatro clubes desceram à Série C, e a distribuição das quedas ao longo do campeonato contou histórias distintas de fragilidade e angústia.

  • Mogi Mirim (20º, 23 pts): A queda mais precoce e mais eloquente. O clube paulista foi rebaixado cinco rodadas antes do encerramento, após derrota de 2–0 para o Ceará (Wikipédia). Os números são eloqüentes: quatro vitórias, 11 empates e 23 derrotas. Com 32 gols marcados e 69 sofridos, o saldo de -37 foi o pior da competição por ampla margem. O aproveitamento de 20,2% é indicativo de uma campanha sem sustentação em nenhum momento.
  • BOA Esporte (19º, 31 pts): Com sete vitórias e 21 derrotas, o clube mineiro nunca conseguiu estabilidade. O saldo de -20 e apenas 34 gols marcados em 38 rodadas revelam um ataque sem força para compensar a fragilidade defensiva.
  • ABC (18º, 32 pts): Caso curioso: mais pontos que o BOA, mas com o pior ataque e defesa entre os rebaixados não-últimos. Seis vitórias, 14 empates e 18 derrotas. Com 41 gols marcados e 64 sofridos, o saldo de -23 ficou próximo ao do lanterna.
  • Macaé (17º, 43 pts): O caso mais dramático. Com 43 pontos — dez a mais que o ABC —, o clube fluminense dependeu de resultados alheios e confirmou o descenso apenas na rodada final, ao perder para o Ceará por 1–0 na Arena Castelão (Wikipédia). A margem entre o Macaé e o Oeste (16º, 44 pts) foi de um único ponto — a menor diferença entre o salvo e o rebaixado em toda a tabela.

Artilharia e destaques individuais

A Série B de 2015 reservou ao artilheiro individual uma campanha de eficiência impressionante. José Carlos Ferreira Filho, o Zé Carlos, do CRB, terminou o torneio como goleador máximo com 19 gols em apenas 24 partidas (Wikipédia) — média de 0,79 gol por jogo, números que colocam em perspectiva o alcance de sua atuação. O atacante levou dez cartões amarelos ao longo da temporada, sem nenhum vermelho, o que evidencia um jogador ofensivo e presente nas disputas, ainda que o CRB tenha terminado apenas em 11º lugar, com 54 pontos.

  • Zé Carlos (CRB): 19 gols em 24 jogos — artilheiro isolado.
  • Marcelo Toscano (América Mineiro): 14 gols em 35 jogos — contribuição decisiva para o acesso do clube mineiro.
  • Kieza (Bahia): 14 gols em 24 jogos — média similar à de Zé Carlos, mas com o Bahia terminando em 9º.
  • Welliton de Moraes Coimbra (Luverdense): 13 gols em 22 jogos — destaque para o clube mato-grossense, que terminou em 10º.
  • Alan Mineiro (RB Bragantino): 12 gols em 35 jogos — contribuição para o 6º colocado, que somou 60 pontos.

A comparação entre Toscano e Kieza é reveladora: ambos terminaram com 14 gols, mas Kieza precisou de 11 jogos a menos para chegar ao mesmo número, demonstrando eficiência superior por partida. Já Alan Mineiro, com 12 gols em 35 jogos, foi o artilheiro mais presente em campo de todo o grupo.

Os mais amarelados e expulsos

No campo disciplinar, Rhayner, do Vitória, liderou o ranking de cartões amarelos com 13 advertências em 31 jogos — ainda que sem nenhuma expulsão. Curiosamente, o atleta também marcou seis gols na temporada, perfil de jogador participativo tanto na criação quanto nas disputas físicas. Na sequência, Gastón Filgueira Méndez, do Náutico, somou 12 amarelos em 32 jogos, e Waguininho, do Oeste, 12 amarelos e ainda um vermelho em 33 partidas.

Entre os mais expulsos, Alemão, do RB Bragantino, liderou com dois cartões vermelhos em 26 jogos, somados a outros oito amarelos — um perfil de alta intensidade física que custou ao clube algumas ausências ao longo do campeonato. Waguininho aparece novamente neste grupo: com 12 amarelos e um vermelho em 33 jogos, foi o único jogador a figurar no top 5 de ambas as listas disciplinares.

Números e curiosidades da temporada

  • A diferença entre o campeão Botafogo (72 pts) e o 4º colocado América Mineiro (65 pts) foi de apenas sete pontos — G4 extremamente disputado.
  • O Botafogo teve o melhor saldo de gols (+30), exatamente igual ao número de gols sofridos: a defesa foi tão sólida quanto o ataque foi eficiente.
  • O RB Bragantino (6º) foi o único time entre os dez primeiros colocados com saldo de gols zero: 56 marcados e 56 sofridos em 38 rodadas.
  • O Santa Cruz foi o time mais goleador da competição (63 gols), mas terminou em segundo — prova de que a defesa foi determinante na corrida pelo título.
  • A diferença entre o 16º colocado Oeste (44 pts, salvo) e o 17º Macaé (43 pts, rebaixado) foi de apenas um ponto — a menor margem de toda a tabela.
  • Mogi Mirim, com apenas 4 vitórias e saldo de -37, teve aproveitamento de 20,2% — o mais baixo da edição.
  • A média de 2,43 gols por jogo, distribuída ao longo de 380 partidas, garantiu à temporada um volume ofensivo acima da média histórica da divisão.
  • Cinco times dentro do grupo entre o 5º e o 7º lugar somaram 60, 60 e 63 pontos — indicativo de que qualquer deslize a mais no G4 poderia ter mudado completamente o quadro de promovidos.

A Série B de 2015 foi, em resumo, uma competição que premiou consistência. O Botafogo reuniu o melhor ataque entre os promovidos, a melhor defesa geral, o maior número de pontos e selou o título com rodadas de antecedência — numa resposta direta ao rebaixamento sofrido um ano antes. Para os outros três promovidos, a temporada exigiu resiliência até as derradeiras rodadas. Para os rebaixados, a campanha ficou como aprendizado doloroso de que na Série B, uma derrota a menos pode ser a diferença entre subir de divisão ou descer mais um degrau.

18+. Dados estatísticos com fins informativos. Jogue com responsabilidade. Em caso de dependência ligue 188 (CVV).
Última atualização: sex 12/jun 13:05 BRTDados estatísticos com fins informativos. Conteúdo destinado a maiores de 18 anos. SPA/MF