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Spain · arquivo

LaLiga 2020

380 jogosCampeão: Atletico MadridRebaixados: Elche · Huesca · Valladolid · Eibar
#TimeJVEDSGPtsForma
1 Atletico Madrid382684+4286VVVEV
2 Real Madrid382594+3984VVVEV
3 Barcelona382477+4779VDEEV
4 Sevilla382459+2077VDVED
5 Real Sociedad38171110+2162VVDVD
6 Real Betis38171011+061VVEVE
7 Villarreal38151310+1658DVVDV
8 Celta Vigo38141113-253DVVVV
9 Granada CF3813718-1846EDDDD
10 Athletic Club38111314+446DDDEV
11 Osasuna38111116-1144DDVED
12 Cadiz38111116-2244EDDVV
13 Valencia38101315-343EVDVD
14 Levante3891415-1141EDEED
15 Getafe3891118-1538EVDDD
16 Alaves3891118-2138DVVED
17 Elche3881218-2136VVDDD
18 Huesca3871318-1934EDVDV
19 Valladolid3851617-2331DDDDE
20 Eibar3861220-2330DDEVV
Sexta, 21 de maio
16h0021/05
Estadio Ciudad de Valencia
Sábado, 22 de maio
13h0022/05
Abanca-Balaídos · Vigo
13h0022/05
Estadio Alfredo Di Stéfano · Madrid
13h0022/05
Estadio Municipal de Ipurúa · Eibar
13h0022/05
Estadio Municipal José Zorrilla · Valladolid
13h0022/05
Estadio El Alcoraz · Huesca
13h0022/05
Estadio El Sadar · Iruñea
13h0022/05
Estadio Manuel Martínez Valero · Elche
Domingo, 23 de maio
13h3023/05
Estadio Nuevo Los Cármenes · Granada
16h0023/05
Estadio Ramón Sánchez Pizjuán · Sevilla
ArtilhariaTop 20
#JogadorJTitMinChutes%PenRatAG
1
L. Messi
Barcelona · ATT · 33a
35333022141/9165%38.33930
2
K. Benzema
Real Madrid · ATT · 33a
3433290298/5556%17.45923
3
Gerard Moreno
Villarreal · ATT · 28a
3330268278/4760%107.57723
4
L. Suárez
Atletico Madrid · ATT · 33a
3230252187/4349%37.22321
5
Y. En-Nesyri
Sevilla · FOR · 23a
3832231268/2943%06.9318
6
A. Isak
Real Sociedad · ATT · 21a
3430236163/4267%06.99217
7
Iago Aspas
Celta Vigo · ATT · 33a
3333287143/2763%57.491314
8
José Luis Morales
Levante · ATT · 33a
3830245447/2757%06.91313
9
A. Griezmann
Barcelona · ATT · 29a
3632261962/3455%17.21713
10
Rafa Mir
Huesca · ATT · 23a
38322880104/4644%26.89113
11
Marcos Llorente
Atletico Madrid · MID · 25a
3733295941/2254%07.201112
12
Kike García
Eibar · ATT · 31a
3736310575/3445%07.16212
13
Santi Mina
Celta Vigo · ATT · 25a
3429242241/2254%16.88312
14
Roger
Levante · ATT · 29a
3326220940/2358%26.88412
15
A. Budimir
Osasuna · ATT · 29a
3018162238/2258%06.8711
16
Joselu
Alaves · ATT · 30a
3734303771/3346%27.10311
17
Borja Iglesias
Real Betis · ATT · 27a
2815141228/1657%56.8111
18
Mikel Oyarzabal
Real Sociedad · ATT · 23a
3330243046/2759%67.18811
19
Carlos Soler
Valencia · MID · 23a
3231273727/1763%77.30811
20
Á. Correa
Atletico Madrid · ATT · 25a
3829240941/2356%06.9489
AssistênciasTop 20
#JogadorJTitMinGRatA
1
Iago Aspas
Celta Vigo · ATT · 33a
33332871147.4913
2
Marcos Llorente
Atletico Madrid · MID · 25a
37332959127.2011
3
Y. Carrasco
Atletico Madrid · MID · 27a
3025218767.0010
4
T. Kroos
Real Madrid · MID · 30a
2824212137.7010
5
L. Messi
Barcelona · ATT · 33a
35333022308.339
6
K. Benzema
Real Madrid · ATT · 33a
34332902237.459
7
Jorge de Frutos
Levante · ATT · 23a
3722218746.749
8
Denis Suárez
Celta Vigo · MID · 26a
3534286306.939
9
Mikel Oyarzabal
Real Sociedad · ATT · 23a
33302430117.188
10
Carlos Soler
Valencia · MID · 23a
32312737117.308
11
Á. Correa
Atletico Madrid · ATT · 25a
3829240996.948
12
Gerard Moreno
Villarreal · ATT · 28a
33302682237.577
13
A. Griezmann
Barcelona · ATT · 29a
36322619137.217
14
Manu Trigueros
Villarreal · MID · 29a
3530253816.857
15
José Gayà
Valencia · DEF · 25a
3332284816.807
16
Sergio Canales
Real Betis · MID · 29a
3128250287.196
17
I. Williams
Athletic Club · ATT · 26a
3827239266.746
18
Joan Jordán
Sevilla · MID · 26a
3528241816.996
19
Rodrygo
Real Madrid · ATT · 19a
221097816.856
20
Jesús Navas
Sevilla · DEF · 35a
3434283607.136
Cartões amarelosTop 20
#JogadorJTitMinVMAM
1
S. Savić
Atletico Madrid · DEF · 29a
33332954015
2
D. Suárez
Getafe · DEF · 32a
31282440013
3
Tomás Pina
Alaves · MID · 33a
33312590012
4
Édgar Méndez
Alaves · ATT · 30a
33262103011
5
Diego Carlos
Sevilla · DEF · 27a
33332790111
6
Fali
Cadiz · DEF · 27a
34292638011
7
M. Arambarri
Getafe · MID · 25a
34332989011
8
Gonzalo Verdú
Elche · DEF · 32a
33332945011
9
R. Tapia
Celta Vigo · MID · 25a
32322710011
10
Casemiro
Real Madrid · MID · 28a
34322902010
11
J. Murillo
Celta Vigo · DEF · 28a
31312703010
12
Germán Sánchez
Granada CF · DEF · 34a
34292637110
13
Jaime Mata
Getafe · ATT · 32a
33232040110
14
R. Battaglia
Alaves · MID · 29a
32292495110
15
A. Nyom
Getafe · DEF · 32a
31282333110
16
Denis Suárez
Celta Vigo · MID · 26a
35342863010
17
G. Rodríguez
Real Betis · MID · 26a
35342872010
18
Nacho Vidal
Osasuna · DEF · 25a
34252343010
19
F. Lejeune
Alaves · DEF · 29a
34343016010
20
Saúl
Atletico Madrid · MID · 26a
33222033010
Cartões vermelhosTop 20
#JogadorJTitMinAMVM
1
P. Diop
Eibar · MID · 34a
3328233581
2
Raúl García
Athletic Club · MID · 34a
3421174471
3
D. Dakonam
Getafe · DEF · 29a
3434294571
4
A. Mandi
Real Betis · DEF · 29a
2827239361
5
Diego Carlos
Sevilla · DEF · 27a
33332790111
6
Germán Sánchez
Granada CF · DEF · 34a
34292637101
7
Jaime Mata
Getafe · ATT · 32a
33232040101
8
R. Battaglia
Alaves · MID · 29a
32292495101
9
A. Nyom
Getafe · DEF · 32a
31282333101
10
Emerson Royal
Real Betis · DEF · 21a
3434299391
11
Íñigo Martínez
Athletic Club · DEF · 29a
2828252091
12
M. Gonalons
Granada CF · MID · 31a
2518148271
13
Manu Trigueros
Villarreal · MID · 29a
3530253861
14
M. Gómez
Valencia · FOR · 24a
3232269761
15
N. Fekir
Real Betis · ATT · 27a
3333263751
16
Robin Le Normand
Real Sociedad · DEF · 24a
3330274751
17
Jorge Pulido
Huesca · DEF · 29a
3332288651
18
David Timor
Getafe · MID · 31a
3015138751
19
Domingos Duarte
Granada CF · DEF · 25a
2927236551
20
Dani Escriche
Huesca · ATT · 22a
23784851

O Atlético de Madrid encerrou um jejum de sete anos sem títulos de LaLiga e coroou uma campanha de solidez defensiva e eficiência ofensiva ao garantir o troféu espanhol na última rodada da temporada 2020-21. Com 86 pontos em 38 jogos, os colchoneros superaram Real Madrid e Barcelona em uma edição que ficará marcada pelo equilíbrio na parte de cima da tabela, pela queda dramática de Eibar e Valladolid e pela supremacia individual de Lionel Messi na artilharia.

Visão geral da temporada

A LaLiga 2020-21 reuniu 20 clubes em 38 rodadas, totalizando 380 partidas e 953 gols marcados, com média de 2,51 gols por jogo — indicador de uma competição com bom volume ofensivo ao longo de toda a temporada. O título foi decidido apenas na rodada final, em disputa apertada entre Atlético de Madrid e Real Madrid, separados por apenas dois pontos na classificação geral. Barcelona, vice-campeão na temporada anterior, terminou em terceiro, enquanto o Sevilla completou o G4. Entre os rebaixados, Eibar, Valladolid e Huesca não conseguiram sustentar a permanência na primeira divisão.

O campeão e como conquistou o título

O Atlético de Madrid foi o clube mais consistente da temporada, construindo sua campanha sobre uma base defensiva notável. Com apenas 25 gols sofridos em 38 partidas — a melhor defesa do campeonato —, os dirigidos por Diego Simeone acumularam 26 vitórias, 8 empates e apenas 4 derrotas, exibindo uma solidez que os rivais não conseguiram igualar. O aproveitamento de 75,4% é compatível com equipes campeãs históricas da competição.

O saldo de gols de 42 (67 marcados e 25 sofridos) revela o perfil da equipe: não o ataque mais prolífico — esse posto coube ao Barcelona, com 85 gols —, mas o conjunto mais difícil de ser vazado. Simeone construiu uma linha defensiva que concedeu quase quatro gols a menos por temporada do que o vice-campeão Real Madrid, que sofreu 28.

O título foi decidido de forma dramática. Na última rodada, o Atlético precisava vencer fora de casa para confirmar a conquista. Os colchoneros bateram o Real Valladolid por 2–1, resultado que decretou ao mesmo tempo o título do time de Madrid e o rebaixamento do adversário naquele dia (Wikipédia). O feito encerrou um jejum de seis temporadas sem que um time fora do eixo Real Madrid–Barcelona levantasse o troféu na Espanha, a última vez sendo justamente o próprio Atlético em 2013-14 (Wikipédia). O técnico Diego Simeone foi reconhecido como o melhor treinador da competição (Wikipédia).

O goleiro Jan Oblak, pilar da melhor defesa do torneio, recebeu o prêmio de melhor jogador da temporada (Wikipédia), distinção que simboliza o quanto o estilo colchonero dependeu da solidez entre os postes para sustentar uma campanha de menos de uma derrota a cada nove partidas.

A briga pelo G4 e a classificação continental

Atrás do campeão, o G4 foi disputado por três gigantes históricos em uma faixa de apenas nove pontos — da segunda à quarta posição.

  • Real Madrid (2º lugar) — 84 pontos, 25 vitórias, 9 empates e 4 derrotas. Igualou o Atlético em número de derrotas e teve o mesmo saldo de gols pró (67), mas sofreu três gols a mais e ficou dois pontos atrás do rival. Uma diferença mínima que custou o título.
  • Barcelona (3º lugar) — 79 pontos, 24 vitórias, 7 empates e 7 derrotas. O maior ataque da competição, com 85 gols marcados e saldo de 47 — o maior de toda a tabela —, não foi suficiente para compensar as sete derrotas, o dobro das sofridas pelos dois primeiros colocados. O clube catalão ficou sete pontos atrás do campeão.
  • Sevilla (4º lugar) — 77 pontos, 24 vitórias, 5 empates e 9 derrotas. Mesma quantidade de triunfos do Barcelona, mas com menos empates e mais derrotas, terminando dois pontos abaixo do rival catalão. O menor ataque do G4 (53 gols), compensado por uma defesa relativamente sólida (33 sofridos).

A distância entre o quarto colocado (Sevilla, 77 pontos) e o quinto (Real Sociedad, 62 pontos) foi de 15 pontos — uma das maiores lacunas entre o G4 e o restante da tabela, revelando o quão dominante foi o bloco superior em relação ao pelotão intermediário. Real Sociedad e Real Betis, com 62 e 61 pontos respectivamente, garantiram acesso a competições europeias sem ameaçar os líderes, enquanto Villarreal, em sétimo com 58 pontos, completou o grupo com ambições continentais.

A zona de rebaixamento

A parte inferior da tabela foi marcada pela luta desesperada de clubes que não conseguiram acumular pontuação suficiente para se manter na elite.

  • Eibar (20º, 30 pontos) — Apenas 6 vitórias em 38 jogos, 20 derrotas, saldo de –23 e 29 gols marcados — o ataque menos produtivo de toda a competição. O rebaixamento foi confirmado com uma rodada de antecedência após derrota por 4–1 para o Valencia fora de casa (Wikipédia). Uma campanha sem recursos para sustentar a permanência.
  • Valladolid (19º, 31 pontos) — Curiosamente, o clube terminou com o mesmo saldo de –23 do Eibar, mas com mais um ponto. Com 5 vitórias e 16 empates, o time de Valladolid apostou nos pontos compartilhados, mas a estratégia não foi suficiente. O rebaixamento foi sacramentado justamente na última rodada, na derrota em casa para o Atlético de Madrid — o mesmo resultado que coroou o adversário campeão (Wikipédia).
  • Huesca (18º, 34 pontos) — 7 vitórias, 13 empates e 18 derrotas. Com 34 gols marcados e 53 sofridos, o clube não encontrou consistência em nenhum setor. O rebaixamento foi confirmado na última rodada após empate com o Valencia (Wikipédia).

O time que escapou da zona por menor margem foi o Elche, em 17º com 36 pontos — apenas dois a mais que o Huesca. O Getafe, em 15º, e o Alavés, em 16º, também terminaram com 38 pontos cada, revelando como a parte baixa da tabela foi extremamente comprimida entre as posições 13 e 17.

Artilharia e destaques individuais

A disputa pelos principais prêmios individuais da temporada foi marcada pela presença de nomes históricos e pela ascensão de jogadores que consolidaram seu status entre os melhores da competição.

Artilheiros:

  • L. Messi (Barcelona) — 30 gols em 35 jogos, com 9 assistências e apenas 4 cartões amarelos. Uma média superior a 0,85 gol por partida, líder absoluto da artilharia. O argentino ainda figura entre os cinco maiores garçons da competição, evidenciando sua dupla função de finalizador e criador.
  • K. Benzema (Real Madrid) — 23 gols em 34 jogos e 9 assistências, com apenas 2 cartões amarelos — o perfil mais disciplinado entre os artilheiros. Mesma quantidade de gols que Gerard Moreno, mas com uma partida a mais disputada.
  • Gerard Moreno (Villarreal) — 23 gols em 33 jogos e 7 assistências. Destaque do Villarreal, que terminou em sétimo lugar. A produção de Moreno foi fundamental para manter o clube na disputa europeia.
  • L. Suárez (Atlético de Madrid) — 21 gols em 32 jogos, com 3 assistências. O centroavante uruguaio foi peça-chave do time campeão, acumulando o maior número de cartões amarelos entre os cinco primeiros artilheiros (6 no total).
  • Y. En-Nesyri (Sevilla) — 18 gols em 38 jogos. O único entre os cinco artilheiros a disputar todas as rodadas, com uma média menor por partida, mas com consistência ao longo de toda a temporada.

Assistências:

  • Iago Aspas (Celta Vigo) — líder em assistências com 13, além de 14 gols marcados. Atuou em 33 jogos com a maior produção combinada (27 participações diretas) de qualquer jogador fora do G4 — uma temporada extraordinária em um time que terminou em oitavo.
  • Marcos Llorente (Atlético de Madrid) — 11 assistências e 12 gols em 37 partidas. Um dos pilares da campanha campeã, com participação em praticamente todas as rodadas e contribuições tanto defensivas quanto ofensivas.
  • Y. Carrasco (Atlético de Madrid) — 10 assistências e 6 gols em 30 jogos. Junto com Llorente, compôs o meio-campo mais produtivo em criação do campeonato.
  • T. Kroos (Real Madrid) — 10 assistências e 3 gols em 28 partidas. Eficiência elevada considerando o menor número de jogos disputados entre os cinco primeiros em assistências.

Cartões e disciplina

A temporada também revelou padrões de comportamento disciplinar dignos de registro. O zagueiro S. Savić, do próprio Atlético de Madrid, liderou a tabela de cartões amarelos com 15 advertências em 33 partidas — quase uma punição a cada duas rodadas. D. Suárez, do Getafe, acumulou 13 amarelos em 31 jogos, e os dois representantes do Alavés — Tomás Pina (12) e Édgar Méndez (11) — indicam que o clube adotou um estilo mais combativo ao longo da temporada.

Em cartões vermelhos, Diego Carlos, do Sevilla, foi o único jogador a aparecer simultaneamente nos rankings de amarelos (11) e vermelhos (1), acumulando o histórico disciplinar mais extenso entre os defensores da competição. P. Diop, do Eibar, e Raúl García, do Athletic Club, também receberam expulsões durante a temporada.

Números e curiosidades da temporada

  • O Atlético de Madrid conquistou o título com a melhor defesa (25 gols sofridos), mas não teve o melhor ataque — posto que pertenceu ao Barcelona, com 85 gols.
  • O Barcelona registrou o maior saldo de gols da competição (+47), à frente do próprio campeão (+42), mas suas 7 derrotas — o dobro do Atlético — comprometeram a campanha.
  • O Real Madrid empatou com o Atlético em número de derrotas (4) e em gols marcados (67), mas sofreu 3 gols a mais e terminou com 2 pontos a menos — uma diferença mínima que separou o vice do campeão.
  • A diferença entre o campeão (86 pontos) e o 20º colocado (Eibar, 30 pontos) foi de 56 pontos — evidência da estratificação clara entre elite e zona de rebaixamento.
  • Iago Aspas foi o jogador com maior produção combinada fora do G4: 14 gols e 13 assistências pelo Celta Vigo, em 33 partidas.
  • O Atlético de Madrid teve três jogadores entre os cinco líderes em assistências (Llorente, Carrasco e — pelo Atlético — reflexo de um sistema coletivo coeso), além do artilheiro do clube, Suárez, entre os quatro primeiros goleadores da temporada.
  • A temporada registrou goleadas expressivas, entre elas o 6–1 do Atlético sobre o Granada em setembro de 2020, o 1–6 do Barcelona sobre a Real Sociedad em março de 2021 e o 5–0 do Atlético sobre o Eibar em abril de 2021 (Wikipédia).
  • A média de 2,51 gols por jogo, aplicada a 380 partidas, resultou em 953 gols no total — número que posiciona a LaLiga 2020-21 como uma edição de produção ofensiva acima da média histórica da competição.
18+. Dados estatísticos com fins informativos. Jogue com responsabilidade. Em caso de dependência ligue 188 (CVV).
Última atualização: sex 12/jun 13:05 BRTDados estatísticos com fins informativos. Conteúdo destinado a maiores de 18 anos. SPA/MF