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Eliminatórias CONMEBOL 2018

90 jogos

Sem classificação disponível para esta temporada.

Terça, 10 de outubro
20h3010/10
Allianz Parque · Sao Paulo
20h3010/10
Estadio Centenario · Montevideo
20h3010/10
Estadio Nacional · Lima
20h3010/10
Estadio Defensores del Chaco · Asuncion
20h3010/10
Olimpico Atahualpa · Quito
ArtilhariaTop 20
#JogadorJTitMinChutes%PenRatAG
1
E. Cavani
Uruguay · ATT · 31a
1515133218/950%17.0710
2
A. Sánchez
Chile · ATT · 30a
1717152418/528%07.7017
3
Gabriel Jesus
Brazil · ATT · 21a
1097949/778%07.2017
4
F. Caicedo
Ecuador · ATT · 30a
13129945/240%16.787
5
L. Messi
Argentina · ATT · 31a
101090024/729%18.247
6
Neymar
Brazil · ATT · 26a
1414123433/1442%07.8836
7
Paulinho
Brazil · MID · 30a
111196317/741%08.0526
8
J. Rodríguez
Colombia · MID · 27a
1313116518/1056%07.7016
9
A. Vidal
Chile · MID · 31a
1515128212/325%06.806
10
L. Suárez
Uruguay · ATT · 31a
1313114920/840%07.1825
11
P. Guerrero
Peru · ATT · 34a
1716148116/531%07.2815
12
E. Vargas
Chile · ATT · 29a
1616136617/424%06.945
13
Josef Martínez
Venezuela · ATT · 25a
151192810/110%06.825
14
É. Flores
Peru · MID · 24a
121091710/440%07.275
15
E. Valencia
Ecuador · FOR · 29a
12119839/111%16.565
16
Willian
Brazil · ATT · 30a
17119855/360%07.5824
17
C. Cueva
Peru · MID · 27a
1616130211/218%06.8424
18
R. Otero
Venezuela · MID · 26a
11659614/536%07.3024
19
Philippe Coutinho
Brazil · MID · 26a
1387927/229%06.834
20
D. Lezcano
Paraguay · ATT · 28a
9969206.204
AssistênciasTop 20
#JogadorJTitMinGRatA
1
Neymar
Brazil · ATT · 26a
1414123467.883
2
Paulinho
Brazil · MID · 30a
111196368.052
3
L. Suárez
Uruguay · ATT · 31a
1313114957.182
4
Willian
Brazil · ATT · 30a
171198547.582
5
C. Cueva
Peru · MID · 27a
1616130246.842
6
R. Otero
Venezuela · MID · 26a
11659647.302
7
Y. Yotún
Peru · MID · 28a
1312107607.142
8
G. Silva
Uruguay · DEF · 24a
10976907.102
9
A. Sánchez
Chile · ATT · 30a
1717152477.701
10
Gabriel Jesus
Brazil · ATT · 21a
10979477.201
11
J. Rodríguez
Colombia · MID · 27a
1313116567.701
12
P. Guerrero
Peru · ATT · 34a
1716148157.281
13
P. Escobar
Bolivia · MID · 40a
5429636.951
14
Á. Di María
Argentina · MID · 30a
1818140826.851
15
R. Falcao
Colombia · FOR · 32a
8551226.901
16
Miranda
Brazil · DEF · 34a
1717148317.101
17
Dani Alves
Brazil · DEF · 35a
1717153017.281
18
N. Otamendi
Argentina · DEF · 30a
1515135017.321
19
Ó. Romero
Paraguay · MID · 26a
13990517.501
20
R. Ruidíaz
Peru · ATT · 28a
11238816.501
Cartões amarelosTop 20
#JogadorJTitMinVMAM
1
N. Otamendi
Argentina · DEF · 30a
1515135007
2
A. Vidal
Chile · MID · 31a
1515128206
3
Neymar
Brazil · ATT · 26a
1414123406
4
A. Figuera
Venezuela · MID · 29a
10650706
5
R. Funes Mori
Argentina · DEF · 27a
101084606
6
R. Rojas
Paraguay · MID · 30a
8760506
7
J. Mascherano
Argentina · DEF · 34a
1515135005
8
R. Tapia
Peru · MID · 23a
1413105505
9
G. Achilier
Ecuador · DEF · 33a
121090305
10
W. Ángel
Venezuela · DEF · 25a
8866814
11
J. Arce
Bolivia · MID · 33a
141196404
12
L. Biglia
Argentina · MID · 32a
1313115104
13
Jhasmani Campos Dávalos
Bolivia · MID · 30a
121064204
14
C. Zapata
Colombia · DEF · 32a
101090004
15
C. Aránguiz
Chile · MID · 29a
9974904
16
A. González
Venezuela · DEF · 26a
8759104
17
Marcelo
Brazil · DEF · 30a
7763004
18
C. Ramos
Peru · DEF · 30a
121199003
19
O. Vizcarrondo
Venezuela · DEF · 34a
101086703
20
R. Feltscher
Venezuela · DEF · 28a
7763003
Cartões vermelhosTop 20
#JogadorJTitMinAMVM
1
Michael Antonio Arroyo Mina
Ecuador · MID · 31a
5118612
2
W. Ángel
Venezuela · DEF · 25a
8866841
3
J. Cuadrado
Colombia · MID · 30a
1513113931
4
G. Medel
Chile · DEF · 31a
1414126031
5
G. Gómez
Paraguay · DEF · 25a
111198931
6
C. Cueva
Peru · MID · 27a
1616130221
7
David Luiz
Brazil · DEF · 31a
3321421
8
J. Valdivia
Chile · MID · 35a
10660711
9
J. Torrico
Bolivia · DEF · 32a
117111
10
Luis Manuel Seijas Gunther
Venezuela · MID · 32a
4330701
11
L. Caicedo
Ecuador · DEF · 26a
554102
12
C. Ramos
Peru · DEF · 30a
12119903
13
O. Vizcarrondo
Venezuela · DEF · 34a
10108673
14
R. Feltscher
Venezuela · DEF · 28a
776303
15
J. Paredes
Ecuador · MID · 31a
11119402
16
A. Chumacero
Bolivia · MID · 27a
986022
17
P. Dybala
Argentina · ATT · 25a
843202
18
P. Aguilar
Paraguay · DEF · 31a
665362
19
G. Valverde
Bolivia · DEF · 28a
554032
20
J. Urretaviscaya
Uruguay · ATT · 28a
10131

As Eliminatórias CONMEBOL para a Copa do Mundo de 2018 encerraram um ciclo de 18 rodadas que revelou tendências, consolidou protagonistas e colocou à prova os dez selecionados sul-americanos em uma das fases classificatórias mais disputadas e imprevisíveis do futebol continental. Com formato de liga — todos contra todos em turno e returno —, a competição produziu um retrato fiel das hierarquias e das fragilidades do futebol da América do Sul, com destaque para artilheiros de elite, campanhas sólidas e um Brasil que encerrou o torneio com os melhores números coletivos da chave.

Visão Geral da Competição

As Eliminatórias CONMEBOL 2018 reuniram dez seleções em disputa direta, com cada equipe enfrentando todas as demais duas vezes ao longo de 18 rodadas. O sorteio que definiu os confrontos foi realizado em 25 de julho de 2015 (Wikipédia), com a novidade de que a FIFA pré-definiu os duelos entre Brasil e Argentina para a 3ª e a 11ª rodadas (Wikipédia), garantindo que o clássico sul-americano fosse distribuído de maneira estratégica ao longo da tabela. O formato de pontos corridos, sem eliminatórias diretas, premiou a regularidade e castigou as irregularidades — e foi justamente a consistência ao longo de toda a campanha que separou os classificados daqueles que ficaram pelo caminho.

Os dados da temporada apontam para uma competição de alto volume ofensivo, com o Brasil liderando amplamente os dois extremos da tabela de desempenho coletivo: melhor ataque, com 41 gols marcados, e melhor defesa, com apenas 11 gols sofridos (Wikipédia). Esses números isolados já contam boa parte da história da campanha brasileira, mas há muito mais a ser analisado nas estatísticas individuais e no retrato do restante do pelotão.

Brasil: Domínio Coletivo e Equilíbrio no Ataque

Com 41 gols marcados e somente 11 sofridos, o Brasil encerrou as Eliminatórias como a seleção de melhor desempenho coletivo da competição (Wikipédia). A diferença de gols — saldo de +30 — revela não apenas eficiência ofensiva, mas uma solidez defensiva muito acima da média do torneio. Para efeito de comparação, a defesa brasileira foi, ao mesmo tempo, a mais eficiente e a que menos comprometeu o resultado geral da equipe.

No plano individual, o Brasil contribuiu de forma expressiva para as listas de destaques. Neymar registrou 6 gols e 3 assistências em 14 jogos, tornando-se o principal criador da equipe e o líder absoluto no ranking de assistências da competição — embora com o preço de 6 cartões amarelos, o que o coloca entre os mais advertidos do torneio. Paulinho somou 6 gols e 2 assistências em 11 partidas, com impressionante aproveitamento de participações diretas em gols considerando seu número reduzido de jogos. Gabriel Jesus, por sua vez, foi ainda mais eficiente: 7 gols e 1 assistência em apenas 10 partidas, o que o tornou o artilheiro brasileiro e um dos mais produtivos do torneio em termos de gols por jogo disputado. Willian completou o quarteto ofensivo nacional com 4 gols e 2 assistências em 17 partidas, sendo o jogador brasileiro de maior frequência no grupo.

A goleada de 5 a 0 aplicada sobre a Bolívia em Natal, em 6 de outubro de 2016 (Wikipédia), ficou como um dos resultados mais expressivos da competição e sintetizou o poder de fogo da seleção brasileira em seu auge durante as Eliminatórias.

A Disputa pela Classificação: Uruguai, Argentina e o Pelotão

Se o Brasil dominiu com folga os números coletivos, as demais vagas diretas para a Copa do Mundo foram palco de disputas mais acirradas. O Uruguai se destacou não apenas pelo desempenho da dupla de ataque, mas também pela consistência ao longo da campanha. Argentina, Chile, Colômbia e Peru figuraram na briga pelo G4 e pela vaga no repescagem, cada qual com seus momentos de oscilação.

A Argentina contou com Lionel Messi como referência ofensiva — 7 gols em 10 partidas —, aproveitamento semelhante ao de Gabriel Jesus em eficiência bruta. No entanto, a seleção argentina também carregou um histórico de turbulências disciplinares: Nicolás Otamendi acumulou 7 cartões amarelos em 15 jogos, o maior número de advertências entre todos os jogadores da competição, e Rodrigo Funes Mori somou 6 amarelos em apenas 10 partidas — indicando uma equipe que frequentemente operou no limite das regras.

O Chile trouxe Alexis Sánchez como seu principal nome ofensivo: 7 gols e 1 assistência em 17 jogos. Arturo Vidal complementou a contribuição chilena com 6 gols em 15 partidas, mas também com 6 cartões amarelos — um dos mais advertidos ao lado de Neymar e Otamendi. Gary Medel, zagueiro da Roja, acumulou 3 amarelos e 1 vermelho em 14 jogos, retrato de uma equipe que combinou qualidade técnica com intensidade física.

A Colômbia teve em Juan Cuadrado um dos jogadores mais presentes, mas o lateral-meia acumulou 1 cartão vermelho e 3 amarelos em 15 partidas. O Peru contou com Christian Cueva como elemento de criação: 4 gols, 2 assistências e 16 jogos, sendo também o único jogador do ranking de assistências a ter recebido cartão vermelho na competição — 1 expulsão e 2 amarelos em 16 partidas.

Equador, Venezuela e a Zona de Rebaixamento

Entre as seleções que lutaram para se manter competitivas, o Equador contou com Felipe Caicedo como principal referência ofensiva: 7 gols em 13 partidas, com destaque para a disciplina — zero cartões amarelos ou vermelhos em toda a campanha. Uma exceção ao comportamento equatoriano foi Michael Antonio Arroyo Mina, que recebeu 2 cartões vermelhos em apenas 5 jogos disputados, tornando-se o jogador com mais expulsões de toda a competição.

A Venezuela, tradicional coadjuvante nas Eliminatórias sul-americanas, marcou presença nas estatísticas negativas: A. Figuera acumulou 6 cartões amarelos em 10 jogos, e W. Ángel somou 4 amarelos e 1 vermelho em 8 partidas. No entanto, a seleção venezuelana protagonizou um dos resultados mais impactantes do torneio ao vencer a Bolívia por 5 a 0 em Maturín, em 10 de novembro de 2016 (Wikipédia) — placar idêntico ao que o Brasil aplicou na mesma adversária. A Bolívia, portanto, cedeu duas goleadas de cinco gols ao longo da competição, o que ilustra sua condição de equipe mais fragilizada do grupo.

O Paraguai, por sua vez, teve em Gustavo Gómez um dos representantes nos registros disciplinares: 3 amarelos e 1 vermelho em 11 jogos.

Artilharia e Destaques Individuais

O grande nome individual das Eliminatórias foi Edinson Cavani, artilheiro da competição com 10 gols em 15 jogos disputados (Wikipédia). O centroavante do Uruguai terminou isolado no topo da lista de artilheiros, com três gols de vantagem sobre o grupo de quatro jogadores empatados em segundo lugar. Sua média supera dois terços de gol por partida — um índice notável em competições eliminatórias de nível continental, onde o equilíbrio tático tende a suprimir as diferenças individuais.

  • Artilheiros: E. Cavani (Uruguai) – 10 gols em 15 jogos; A. Sánchez (Chile), Gabriel Jesus (Brasil), F. Caicedo (Equador) e L. Messi (Argentina) – 7 gols cada
  • Assistências: Neymar (Brasil) – 3 assistências em 14 jogos; Paulinho (Brasil), L. Suárez (Uruguai), Willian (Brasil) e C. Cueva (Peru) – 2 assistências cada
  • Cartões amarelos: N. Otamendi (Argentina) liderou com 7 amarelos; A. Vidal (Chile), Neymar (Brasil), A. Figuera (Venezuela) e R. Funes Mori (Argentina) acumularam 6 cada
  • Cartões vermelhos: Michael Antonio Arroyo Mina (Equador) foi expulso 2 vezes em 5 jogos; W. Ángel (Venezuela), J. Cuadrado (Colômbia), G. Medel (Chile), G. Gómez (Paraguai) e C. Cueva (Peru) receberam 1 vermelho cada

Cavani terminou sua campanha com apenas 2 cartões amarelos em 15 jogos, sinal de que sua dominância foi construída com eficiência técnica e sem excesso de infrações. Messi, curiosamente, encerrou as Eliminatórias sem nenhum cartão — 7 gols em 10 partidas sem qualquer advertência disciplinar. Caicedo, do Equador, apresentou o mesmo perfil: 7 gols em 13 jogos sem um sequer cartão recebido.

A dupla uruguaia Cavani-Suárez merece menção coletiva: juntos, somaram 15 gols e 2 assistências em menos de 30 partidas combinadas, com apenas 4 cartões amarelos entre os dois e nenhum vermelho — uma parceria altamente produtiva e relativamente equilibrada na disciplina.

Números e Curiosidades da Temporada

As Eliminatórias CONMEBOL 2018 deixaram registros que vão além da tabela de classificação. A campanha do Brasil nos dois extremos do desempenho coletivo — melhor ataque e melhor defesa simultaneamente — é estatisticamente rara e denota uma equipe que dominou tanto na criação quanto na contenção ao longo de todo o torneio. A diferença de 30 gols no saldo (41 marcados, 11 sofridos) representa um índice de domínio que raramente se vê em competições de pontos corridos com dez participantes de nível semelhante.

A Bolívia foi a única seleção a sofrer duas goleadas de cinco gols na mesma competição — de Brasil e Venezuela —, o que aponta para vulnerabilidades defensivas acentuadas e coloca a seleção boliviana como a equipe de menor desempenho proporcional do torneio, ainda que os dados da tabela completa não estejam disponíveis para quantificar com precisão seu aproveitamento final.

No plano individual, a eficiência de Gabriel Jesus merece destaque analítico: 7 gols em apenas 10 partidas representam o melhor aproveitamento entre os cinco maiores artilheiros da competição, à frente até de Cavani — que marcou 10 gols, mas em 15 jogos. Neymar, por outro lado, foi o jogador de maior impacto combinado entre gols e assistências: 9 participações diretas em gols em 14 partidas, com a ressalva dos 6 cartões amarelos acumulados.

A disputa pela artilharia individual concentrou-se em um grupo muito específico: quatro jogadores terminaram empatados com 7 gols, representando seleções distintas — Chile, Brasil, Equador e Argentina. Isso demonstra que a competição distribuiu seus principais artilheiros de maneira relativamente uniforme geograficamente, sem que nenhuma seleção além do Uruguai conseguisse isolar seu principal goleador acima do restante do grupo.

As Eliminatórias CONMEBOL 2018 ficam, portanto, marcadas por um ciclo de clara hegemonia brasileira nos números coletivos, artilharia individual de Edinson Cavani, ampla participação do trio Neymar-Paulinho-Gabriel Jesus na produção ofensiva do Brasil, e um equilíbrio entre as demais seleções que tornou a classificação para a Copa do Mundo uma corrida de fôlego longo — e não de arrancadas pontuais.

18+. Dados estatísticos com fins informativos. Jogue com responsabilidade. Em caso de dependência ligue 188 (CVV).
Última atualização: sex 12/jun 13:05 BRTDados estatísticos com fins informativos. Conteúdo destinado a maiores de 18 anos. SPA/MF